Publicado por: Henrique Minatogawa | Novembro 12, 2009

81.3 FM J-Wave

Atualização rápida para uma dica especial vinda do outro lado do mundo.

É o site da 81.3 FM J-Wave Website. Conta com podcasts com diversos programas e assuntos. Logo que comecei a ouvir, foi logo no canal Tokyo United Football Fanatics, falando sobre o Mundial de Clubes. Há também um canal sobre cinema, entrevistas, cultura e até uma minilição de nihon go (idioma japonês) com tradução em inglês.

Além disso, por esse site, é possível acessar outros links muito interessantes também.

PS, ありがとう!

Publicado por: Henrique Minatogawa | Novembro 11, 2009

Apagão em São Paulo 2009

Dez anos depois, passei por outro apagão – mas prefiro a palavra “blackout”, mas não blecaute.

Em 1999, estava no primeiro ano de faculdade e foi um dia em que voltamos mais cedo. Ontem, saí do curso, parecia um cenário de filme de invasão alienígena ou de zumbi.

Quando tiver mais um tempo, edito este texto para contar como foi.

Publicado por: Henrique Minatogawa | Novembro 9, 2009

Rádio online

Hoje, com uma boa dose de sorte, encontrei algumas rádios online gratuitas de música japonesa. Com mais sorte, ouvi uma música muito natsukashii. Chama-se Naketekuru, do Ulfuls (泣けてくる, ウルフルズ). Segue o PV, via YouTube.

Publicado por: Henrique Minatogawa | Novembro 8, 2009

FILA Night Run 2009 – São Paulo

Pela primeira vez, participei de uma corrida (dessas das camisetas de dry-fit cheias de patrocinadores), a FILA Night Run. Como o próprio nome diz, foi à noite, com largada às 20:00 na Cidade Universitária, da USP, onde eu não ia há alguns anos. Inclusive, uma certa praça lá mudou muito.

Eu estava muito bem preparado para a estreia. Havia almoçado um Nº3 do McDonald’s, saí do nihon gakko às 18:00 e peguei um trânsito daqueles. Como estava quente, fui bebendo água no caminho (já imagina o resultado no metabolismo de líquidos).

Acabei chegando atrasado, claro. Eram 20:00 e eu nem havia estacionado o carro. Tive que deixar o carro muito longe do local de largada – e lá começou minha corrida. Quando ainda estava longe, ouvi os alto-falantes anunciarem que o vencedor da prova de 5 km havia chegado. Quase desisti. Mas peguei um trânsito desgraçado, gastei combustível, saí mais cedo da aula, paguei (caro) a inscrição e a medalha no final, não poderia desistir. Além do mais, estava usando a camiseta da corrida, então não teria como disfarçar a “amarelada”.

De tanque cheio e sem aquecimento, larguei. Assim que passei a linha de largada, ouvi “e agora chegou o vencedor da prova de 10 km!”. Não que eu esperava ganhar algum prêmio, mas foi outra pancada na moral. A motivação voltou quando olhei para baixo e vi meu par de tênis nas cores da Brawn. Lembrei rapidamente da subida do Monte Fuji, e finalmente parti.

Comecei em um ritmo forte para ultrapassar logo as pessoas que estavam andando com carrinhos de bebê e os funcionários da organização que já estava limpando o local. Queria logo alcançar algum grupo que estava levando a corrida a sério, o que pra mim significava alguém com número no peito e chip no tênis. Quando finalmente alcancei alguns, sosseguei.

A partir daí, passei a tentar encontrar um ritmo de corrida. Nesta corrida, estava usando um acessório para aumentar a aderência do tênis no asfalto – na véspera, pisei em um chiclete. Poderia inventar um monte de coisas metafísicas e místicas para dizer sobre a corrida, mas a verdade é que em alguns breves momentos, consegui me concentrar muito. Estava correndo em ritmo constante e nem estava prestando atenção nos movimentos, coisa que faço nos treinos e que provoca um cansaço extra.

Fiz o percurso de 5 km sem passar mal, que era o objetivo principal. Peguei a medalha e a bebida isotônica no final. De madrugada, veio uma mensagem no celular informando o tempo que levei no percurso: 35 minutos. Não sei se isso é bom ou não, mas vai entrar para minhas estatísticas. Até a próxima.

Obs: As imagens são do GP de Cingapura de F-1. Não tenho fotos da corrida.

Publicado por: Henrique Minatogawa | Novembro 5, 2009

Manta Ray (2)

Hoje entendi por que gosto desse animal.

Publicado por: Henrique Minatogawa | Novembro 4, 2009

Snatcher/quotes

Como era mesmo aquela frase do filme O Iluminado?

Todo dia fico pensando como algumas coisas podem acontecer, sendo que a tendência era justamente o contrário.

Geralmente lembro de alguma história do Tio Patinhas ou Donald que gostaria de scanear e publicar. Tem uma página que preciso procurar. Uma história para concluir.

Outro dia me perguntaram quanto tempo eu gasto escrevendo no blog. Nunca cronometrei – o que seria um bom exercício – mas, em geral, não deve levar mais que 10 minutos desde a entrada até o clique final em “Publicar”.

No www.f1mania.zip.net, devo levar esse tempo também, exceto nos casos que demandam alguma pesquisa mais apurada ou fazer upload de alguma imagem ou vídeo. Sinceramente, não gosto muito da interface do UOL Blog, ou é só que estou acostumado a usar o WordPress. Desde 2006, um recorde.

Acho que já disse para você que estava pensando em criar outro blog. Na verdade, já tenho uns três registrados, mas só isso. Teria que ser algo bem diferente, para não concorrer com este. Por que você não me patrocina?

Leia Mais…

Publicado por: Henrique Minatogawa | Novembro 3, 2009

Filmes dos anos 80

Entre as mais recentes encomendas de filmes, alguns que vi na minha infância lá nos anos 80.

De volta para o Futuro 1, 2 e 3. Esse foi o primeiro filme que alugamos quando abriu a primeira locadora perto de casa. Acho que alugamos umas cinco vezes. Como quase todo mundo, não gosto muito do terceiro. As cenas de skate são uma das melhores partes. Marcante também é a trilha sonora, que misturava temas modernos (para a época) com clássicos dos anos 60.

 

Te Pego lá Fora é um clássico da Sessão da Tarde e também dos filmes que passam de madrugada. Uma comédia leve sobre o cara tímido que se mete em uma encrenca com o valentão da escola. Jerry Mitchell e Buddy Revell. Um filme muito fácil de assistir, totalmente previsível, mesmo assim, muito engraçado e divertido – a típica comédia da época.

Agora, um filme que procurei, mas não encontrei, é aquele do cara branco que vira negro para conseguir uma bolsa de estudos na faculdade. Em inglês, o título é Soul Man. Confira o trailer e veja se você lembra:

Um filme desses, hoje em dia, seria considerado politicamente incorreto.

Não foi da minha infância, mas é um dos meus filmes favoritos – e também parte da encomenda – é Planeta dos Macacos, os originais. Provavelmente já escrevi sobre a série aqui, mas não lembro direito. Mas preciso escrever alguma coisa para completar a coluna ao lado da figura. Então vou contar como fui spoileado pelo meu próprio pai. Ele gostava dos filmes do ator Charlton Heston, que está nos dois primeiros Planet of the Apes. Quando estreou a versão de Tim Burton, eu comentei com ele e daí ele contou que foi ver o original no cinema, lá perto dos anos 70. Daí ele disse que “legal foi o final, quando aparece a ************. É nesse que aparece a **********, não é?”. Pronto.

Publicado por: Henrique Minatogawa | Outubro 31, 2009

Placki ziemniaczane

http://zwegowani.plDepois do sucesso do okonomiyaki de salsicha, preparei placki ziemniaczane. É um prato da cozinha polonesa, cujo principal ingrediente é a batata.

Receita básica: descasque e rale umas duas batatas. Depois, tire o máximo de água que conseguir delas. Eu usei uma peneira. Em seguida, misturar uma cebola, sal, pimenta, um ovo e umas duas colheres de farinha. Misturar tudo e depois fritar os dois lados em uma frigideira ou algo parecido.

Quando estiver com a cor parecida com a das imagens, retire da panela. Acrescente algum molho ou cobertura conforme seu gosto. Aqui, coloquei mel e molho de tonkatsu – ficou OK. Pode ser doce ou salgado, mas é bom decidir antes do preparo, pois o mel não combinou tanto com a cebola.

Procurei um vídeo no YouTube semelhante ao Cooking with Dog, mas os únicos que encontrei estavam em polonês, tanto o áudio como as legendas. A imagem que escolhi para ilustrar este texto não foi tirado dos meus placki ziemniaczane, mas ficou bem parecido.

Tive dois “ataques culinários” no mesmo ano. Fiz okonomiyaki e agora este placki ziemniaczane. Daqui a pouco talvez seja preciso criar uma categoria nova para classificar os textos do blog.

Mas como será que se pronuncia “ziemniaczane”?

Publicado por: Henrique Minatogawa | Outubro 30, 2009

Por que não eu?

Quando me disseram, pensei que fosse piada. Quando ouvi na rádio (Alpha FM: Sequência de classe), pensei que fosse piada.

Pesquisei no YouTube. Quando li os comentários, vi que era sério. Diziam: “Que música linda”, “ele canta muito”, “emocionante”. Tudo bem, a música é OK, o cara canta OK, tem até participação do Hebert Vianna.

Só que estes são os dois primeiros versos:

Quando ela cai no sofá
So far away

Ah, vai dizer que não parece piada? Como trocadilho, é até interessante, misturar os idiomas, mas o efeito é cômico, não combina.

Quando ela cai no sofá, sofáraway. Sofá-sofáraway.

www.svotz.org

Publicado por: Henrique Minatogawa | Outubro 27, 2009

O café

Estou novamente naquela fase de ter muitas ideias para escrever, mas pouco tempo. Deve ser por isso que as pessoas usam Twitter, para postar algumas palavras rapidamente. Por enquanto, ficarei fora. Senão seriam dois blogs e mais um Twitter? Sem chance.

Quando eu era criança, não tomava café. Pensava que era “bebida de adulto”, porque quase só meu pai tomava. Comecei a tomar café com mais frequência no cursinho, mas era coisa de um copo por semana ou algo assim. O consumo explodiu, claro, quando comecei a trabalhar na editora.

Hoje, novamente, ele salvou o dia. Ou a noite, melhor.

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