Coisa que há muito não fazia, hoje vi a final da Copa das Confederações, por causa da gripe principalmente.
Os EUA já impressionaram pela classificação para a segunda fase; mais ainda por eliminar a favorita Espanha por um sólido 2×0. Vencer o Brasil, que passou raspando por 1×0 contra a África do Sul, não parecia impossível. Vale lembrar que o técnico da África do Sul é Joel Santana, que terá um texto separado depois.
O jogo começou com o Brasil apertando, mas sem concluir com tanto risco ao gol de Howard. Daí, em duas jogadas isoladas, os EUA fizeram 2×0.
O primeiro veio de um cruzamento alto da direita, Dempsey desviou meio sem jeito de pé direito e tirou Julio Cesar do alcance. O segundo foi uma bela jogada, nascida de um passe totalmente errado do ataque brasileiro. Donovan pegou, lançou Davies, correu 67 m, recebeu um passe de triângulo, deu um corte sem querer no zagueiro brasileiro e, no embalo, chutou para o gol, deslocando o goleiro. Um belo gol, resultado de um pouco de sorte, esforço e competência.
Só que no segundo tempo, os EUA não conseguiram resistir como fizeram contra os espanhóis. Pareciam levemente apáticos, provavelmente sentiram ter tomado o gol logo no começo do segundo tempo. O Brasil se acalmou e impôs seu jogo. Virou o jogo, sem nem deixar torcer para decisão nos penaltis.







